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segunda-feira, 27 de agosto de 2007
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Everybody Changes......... (papo de mulherzinha)
No primeiro Harry Potter (Filme e Livro) aprece uma menininha ruiva, muito que bem escondida atrás de sua mãe qdo o Harry vai para King’s Cross pegar o Expresso Hogwarts. No segundo, quando Harry vai para A Toca (onde os Weasleys moram) Ginny (Bonnie Wright) já é uma personagem da trama, e pra quem viu o filme e/ou leu o livro ganha sua importância. Como a Mione era do Ron (e já naquela época eu sabia) A Ginny pareceu o par mais certo para o Potter. Ela cresceu, cresceu, perdeu sardinhas, cresceu.
A Cho Chang (Katie Leung) até que tentou, deu um beijinho no Harry, deixou a Ginny puta, mas passou, a Ginny saiu com uns meninos da Grifinória e o Harry nada, muito menos o Ron e a Mione.
A tensão entre o Ron e a Mione continuou, e nada, mas no sexto livro o Potter marcou um ponto, ou melhor, o Ponto. Muita gente não tinha entendido o porque do Potter se apaixonar pela Ginny, afinal, todos se lembravam da Ginny do jeito que ela está na foto da esquerda. Coincidência ou não, ela aparece no quinto filme como a menina mais bonita de Hogwarts, ou uma das três, já que a Mione e a Luna (Evanna Lynch) tb tem seu charme, a Cho sumiu... e eu adoro orientais.
Semana passada eu li o ultimo livro, e tudo deu certo, teve gente que morreu e tudo mais, mas a Rowling soube escrever um final, daqueles que fazem a gente se lembrar de contos de fada, com liçõezinhas de moral e tudo o mais, enfim, um felizes para sempre, que mesmo batido ainda é esperado e agrada a muitos.
Eu escrevi tudo isso, pra comentar uma coisa que aconteceu (claro que pra falar que eu li o ultimo livro tb) Um amigo meu comentou que quando era criança todo mundo zuava de uma menina do bairro pq ela era feia e tudo o mais, acontece que a menina cresceu, e os moleques também. E nenhum deles te a mínima chance com ela porque para eles ela virou um mulherão, mas para ela, eles ainda são aqueles moleques......
Antes que eu me esqueça, a Emma Watson também ficou linda.....
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
A Knight's Tale
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With all the love that I possess.
I remain yours.
The Knight of your heart.
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assisti na Universal, sábado eu acho........
bom pra caralho......
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Pra ganhar alguns" Pêlos no Coração"
quarta-feira, 4 de julho de 2007
This old thing............
Eu sempre ouvi pessoas mais velhas que eu (mas nem sempre mais sábias) dizendo que tudo tem seu tempo, tudo tem sua hora, mas achava que era coisa de consolo, tipo “Não desanima, se ainda não deu certo é porque não chegou a hora” e ficava pensando que hora seria essa..
Criança tem muito disso, as crianças filosofam naturalmente, é aquela história do “amanhã”. Fala pra uma criança que “Amanhã vou te levar tomar sorvete” e ela te pergunta o dia inteiro, ”já é amanhã?” e depois de vários “não” a criança te solta um “O amanhã nunca chega” e se pensar bem, nem a morte é tão certa quanto isso.
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Mas tem algumas coisas que acontecem tão naturalmente, tão sem compromisso que dá até pra deixar o tempo passar e esquecer dele, se apaixonar é uma delas; acho que se apaixonar consome um tempo real que jamais saberemos mensurar, não por não sabermos exatamente o tempo que passou, mas por não contarmos este período como contamos os dias. E paixão é um negócio bem legal, mesmo que complicado, pq só acontece realmente com contato, com o toque, sentindo a pele do(a) desejado(a), tem muito a ver com a tal da química, coisa que acho muito “animal” para enquadrarmos em nossos complicados sistemas de relacionamentos, interesse, conquista e manutenção, mas que tem seu fundo de realidade.
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Estar apaixonado é precisar de algo específico que só alguém específico tem, é como comer sashimi no Japão, tomar champagne na França, ouvir a Tarantela na Itália ou ver o Mikey na Disney, não sei a sensação de nenhum deste exemplos, mas deve ter ficado explicado. É como se numa eternidade só um segundo pudesse ser lembrado, e como se neste segundo toda a eternidade se passasse (é meio Camões isso).
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É diferente mas é parte de amar, já que amor só existe de um tipo, a diferença está na disposição, na aplicação, na evolução e na concretização, no amor fraterno e no amor sexual, no amor por respeito e no amor de necessidade. A paixão serve pra nos falar que aquela pessoa que era nossa amiga, conhecida, desconhecida, e que atraiu nosso olhar, pode ter tudo o que mais ninguém que a gente gosta (do jeito padrão por assim dizer) vai ter da gente, fisicamente, desde o beijo até o orgasmo, e se cada beijo for um convite para um algo mais, então.....
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Nossa...!!
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A famosa “hora” deve ter chegado.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Again......
dinovo
http://avizinhanca.blogspot.com/2007/06/parmetros-de-feio.html
esta é justificada, eu escrevi um puta texto legal hj, mas esqueci de enviar no meu email particular, então amanhã eu posto, eu ando inspirado no tema paixão, culpa da Samadi, então era isso.
Luiz
quarta-feira, 27 de junho de 2007
F.I.N.E.
domingo, 24 de junho de 2007
Regra......
Em algum lugar ali perto ouviu musica clássica, achava que era Mozart, pelo menos parecia o que a Avó ouvia na vitrola, não gostava daquela música, seu reflexo, que se tornava cada vez menos nítido - dada a luz natural que acabava, como geralmente ela faz ao fim do dia - lhe dizia que era hora de ir embora, mas embora para onde?. Para que lugar uma menina, moça, não, mulher, afinal, para que lugar uma mulher, pois era assim que sua mãe havia lhe chamado naquela manhã, para que lugar iria? E porque não mais para sua casa, por que ela não podia colocar mais os pés em casa, por um sangramento? Por uma malcriação? Pela loucura da mãe que chegara a um ponto de um simples machucado, afinal era isso que devia ser não? Um machucado, uma ferida, vivia ralando as pernas na mangueira brincando com seus irmão mais novos, ou esfolando o joelho na cerca de madeira velha do quintal do fundo. Tinha a casa da avó, sempre tinha a casa da avó, quando era malcriada, quando queria ir para a escola, quando dizia que seria professora, cantora, atriz, veterinária, médica, advogada, engenheira, caçadora, arquiteta, desenhista.
O sol se deitava no horizonte e o reflexo no rio desaparecera, ela começou a ouvir as risadas altas dos fedorentos do cais, era bom andar. Desceu do parapeito e seguiu pela rua abaixo, em direção a casa da avó. Algumas mulheres com roupas curtas e maquiagem no rosto estavam lá, uma em cada esquina, o que faziam? De certo esperavam o bonde, ou seus maridos saírem do serviço, se bem que com aquelas roupas, que marido teriam? Que homem deixaria sua mulher sair daquele jeito, e circular por um lugar onde só existiam outros porcos, realmente não entendia,mas quem um dia vai entender?
texto meio nada a ver, mas como disse o King "Eu não sou a água, só o cano que a conduz"
Luiz
The Real Folk Blues - Cowboy Bebop
a imagem é da Divina Comédia do meu camarada Dante (aliás se tiver um filho um dia tá aí um nome danado de legal pra por nele) o autor da obra é Gustave Doré que fez essa maravilha em Litografia, ele também ilustrou uma edição do "Corvo" do Poe, muito boa por sinal, além de ter ilustrado uma edição da Bíblia e tudo o mais, o link fala mais.....
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Intertextu(blog)alidade???????????
mas é o post de 20-06-07
to go to the page please clck on the link below
http://avizinhanca.blogspot.com/2007/06/torre-revisitada.htmlLuiz
Yui é Foda - Tomorrow's Way
quarta-feira, 20 de junho de 2007
quinta-feira, 14 de junho de 2007
“A única coisa necessária para o mal triunfar, é um homem de bem não fazer nada

“Tudo começou num dia comum de setembro”, dizia uma voz de mulher no jogo de vídeo game que seu filho adorava. Na vida real tudo havia começado em julho, mas as aberrações não eram muito diferentes das que Henrique matava em seu playstation, os mortos tomaram a terra, não só eles, mas toda a corja do inferno, muita gente indo pra lá, ocasionou um lotação não prevista, na verdade a bíblia já dizia algo parecido, mas ninguém nunca levou o santo livro a sério. Os mortos surgiram numa noite e se espalharam como praga, todos que morriam automaticamente voltavam, não havia nenhuma contaminação viral, nem nada necromântico, apenas o inferno chegara na sua cota, e ninguém no céu parecia interessado em resolver o assunto.
Saiu pra a rua e se deteve por um instante, ouviu um barulho de passos apressados, sacou novamente as pistolas, conferiu a munição e esperou na sombra do prédio que divisava o beco, ainda era início de tarde, mas as nuvens de fumaça dos vários incêndios na cidade tornaram o dia quase noite, na usina termoelétrica poucas almas vivas, confinadas, tentavam manter a energia ativa, não por escolha é claro, mas por sua própria necessidade, um dos postes se acendeu, lançando um pequeno halo de luz, dentro dele uma menina, ofegante, a criança o viu, mesmo olhando apenas em sua direção ele sentiu dois olhos opacos caírem sobre sua alma, a criança foi se aproximando sem correr muito, com medo, João cheirou o medo nela, era apenas uma criança mesmo. Quando chegou mais perto da menina, ela se jogou em seus braços, seus olhos eram leitosos, mas de alguma maneira ele sentia que ela o olhava.
- Você fala bem demais para ser apenas um menininha, você tem quantos anos, oito, sete?
- Tenho 16, meu corpo não se desenvolve, ao contrario de minha mente, passei os últimos cinco anos da minha vida no hospital da base, na ala psiquiátrica, sabia que isso iria acontecer, sonhei muitas vezes, mas ninguém acreditou.
- Você estava correndo do quê?
- De tudo, não encontrei nada vivo desde que saí de lá, mas eu vejo almas, elas não podem fazer nada, mas assustam mesmo assim.
- Almas?
- Isso, os monstros que vocês e seus amigos matam, são pessoas, suas almas ficam presas aqui, o céu está fechado, o inferno também, acho que a terra virou o purgatório, mas também acho que sempre foi algo parecido com isso.
- Você parece saber de muita coisa, qual o seu nome menina?
- Estela, sei disso tudo desde que nasci, sou o que muita gente chama de superdotada, na verdade acho mais uma maldição do que qualquer coisa, mas pelo menos serve para algo, sei que você é um homem bom, e que vai fazer tudo pra me proteger.
- Nisso você tem razão, mas vamos seguir adiante, a igreja fica a menos de cinco quilômetros daqui, e se não for pedir muito, se você puder, pode me avisar quando sentir perigo.
- Pode deixar, você pode me carregar nas costas, eu corri por mais de dez quilômetros, minhas pernas estão acabadas.
- Acho que vai ser difícil, você vê as armas nas minhas costas, posso precisar delas, na verdade a menos de meia hora eu usei todas quase de uma vez só, se te carregar talvez fique muito lento para nos proteger.
- Tudo bem, você tem um pouco de água para me dar?
- Tenho sim, quer comer alguma coisa?
- Se você tiver, não vejo comida desde antes de ontem, me trancaram na ala, e me deixaram sem nada.
- Tome – João estendeu uma moringa e um pedaço de pão para Estela – eu não estou com fome, e daqui a pouco chegaremos na igreja, lá tem suprimento para meses.
- Obrigada João – Estela o olhou com cara de quem acabara de cometer um arte – me desculpe, eu não devia ler a mente das pessoas assim.
- Não tem problema, só não vá muito fundo, tem coisas aqui – disse colocando o dedo indicador na testa – que seria melhor nem eu me lembrar.
Seguiram pela rua cheia de lixo e carros vazios, um cenário de guerra, mas inteiro como nenhum que foi vitima de bombardeios ficaria, corpos mutilados, decapitados, cachorros sem pele, grandes aves sem pena, e uma névoa que começava a tomar conta de tudo, percebia vários vultos mas não sabia ao certo o que eram, Estela caminhava com dificuldade mas não dava nenhum sinal de perigo, sem aviso estacou, João percebeu que toda a sua pele se arrepiava.
- Eles estão vindo – disse Estela, seus olhos estavam brancos como leite – muitos deles, ainda estão longe mas nos alcançarão se não corrermos.
- A igreja está perto, quatro quarteirões – sem pensar no que fazia João passou os braços pela cintura da menina e a colocou nas costas – segure-se, vai ser um pouco acidentado o trajeto.
João correu, como nunca correra, Estela lhe dava coordenadas do avanço inimigo, no espaço em que correu um quarteirão, segundo ela, eles haviam avançado dois, no quarteirão da igreja ouviram os gritos, pareciam gafanhotos mais algum bando de gralhas, o som tomou conta de tudo, não podiam nem ouvir seus próprios pensamentos.
- Entre no terreno da igreja, rápido – disse Estela – eles não podem entrar lá.
João se virou e viu que os inferno realmente chegara á terra, criaturas vermelhas, negaras e verde-bile, cada uma com um deformidade diferente da outra, chifres, rabos pontiagudos, asas de morcego, bocarras cheias de presas venenosas babando, olhos e cascos fendidos.....
- Demônios – disse Estela – de verdade, não me assustaria se visse o velho anjo caído, andando por aí, e acho que veremos, se sobrevivermos.
- Por isso não podem entrar aqui, finalmente este solo serve para alguma coisa.
- Mas isso só vale enquanto existir um homem de Deus dentro deste terreno, é a fé dele que mantém o local salvo.
- Má notícia, o padre está nas últimas, pelo menos estava quando saí de manhã – se levantou e colocou a menina em pé, a sua frente – eles têm como saber se o local não é mais seguro.
- Não sei João, infelizmente.
Marilia, uma ex-doméstica, acertava um a um os demônios, o rifle que usava possui um mira telescópica, e seus óculos de visão de calor a ajudavam muito com toda aquela névoa, alguns demônios se aproximaram dos portões escancarados, para sorte dos que estavam para dentro um deles resolveu entrar no solo sagrado e foi reduzido a cinzas quando pôs o casco fendido na grama, os outros recuaram, o exemplo fora bastante esclarecedor, nenhum dos demônios ousaria entrar ali. Foi quando um dos com asss resolveu investir por cima da grade, ao adentrar o território, pareceu ter recebido um peso extra nas costas, mas continuou, deu um rasante e agarrou Estela, antes de João poder sacar seus revolveres o demônio largou a menina com um grito de dor, saí fumaça de suas mãos, a menina parecia ter seu próprio escudo abençoado.
- Não entendi, não entendi nada mesmo – Estela olhava para o céus e acompanhava o vôo irregular da besta ferida, seus olhos o acompanharam até ele se juntar a turba de seus semelhantes.
- Você é uma criança – disse uma voz atrás deles – uma criança abençoada, nunca eles conseguiriam encostar os dedos imundos em você Estela, filha de Alda, finalmente seu dia chegou.
Era Josué, Padre Josué, ele odiava ser chamado de padre, estava em pé, após longos dias na cama, em pé no vão aberto das maciças portas de carvalho da igreja, portas que tinham cerca de duzentos anos.
- Entrem rápido, só de olhar para estas bestas eu já sinto o veneno novamente no meu corpo.
João pegou Estela e entraram na igreja, a pesada porta bateu atrás deles, num segundo João se deu conta de todos os seus companheiros na igreja, algo que nem ele sabia explicar, mas se tornara comum nos últimos meses, uma quase onisciência de ambiente. Eles vieram e o cumprimentaram.
- Achamos que estava morto João – disse o garoto Michael – pensamos que você já era.
Do alto da torre do sino, mais disparos e um grito de alegria.
- Comam chumbo seus demônios de merda – seguida por uma risada – perdão Deus, mas nunca foi tão divertido estar do lado certo.
- Acho que a Marília está se divertindo – comentou Rebecca – para quem não conseguia segurar uma pistola ela está manejando bem o rifle.
- Todos nós tivemos de mudar, abandonar nossa natureza pacífica e virarmos guerreiros do fim do mundo – Gustavo se sentou em um dos bancos da igreja, parecia muito cansado.
- Essa é a nossa natureza – disse Estela – a sobrevivência é nossa natureza, virar guerreiro foi fácil, difícil vai ser voltar ao normal, se tivermos oportunidade pra isso.
- De certo modo eu concordo com a garotinha – Joana estava afastada do grupo, mas se aproximava por trás da menina, passou a mão pelos cabelos de Estela e completou – acho que nunca mais vou conseguir fazer nada normalmente, não depois de ver do que somos capazes.
A luz mortiça que atravessava os vitrais da igreja dava a todos aparência de estátuas, e exceto pelo movimento das bocas e o som da conversa todos eles passariam por ídolos perdidos no meio da igreja, santos ou anjos de mármore desarrumados no corredor.
- Acontece, que provavelmente isso acaba hoje – a voz do padre não era de pesar, mas sim de alívio – estou certo Estela?
- Creio que sim, senti várias presenças de luz nas almas que vi no caminho para cá, muita luz, e muita treva também.
- Acho que os bispos foram postos em movimento – o padre se ajoelhou de frente para a menina – quem está mais próximo?
- Baal Ial, ou Belial, o próprio pai dos demônios, creio que o próximo será Samael.
- Deus pai misericordioso - disse Paulo – eles não brincam em serviço, e por nós quem já está aqui, você sabe Estela?
- Ninguém está aqui por nós – disse a menina - só nós mesmos.
Luiz Carlos Degrande Junior04/03/2006
terça-feira, 12 de junho de 2007
12-06-07

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Há muitos anos personificamos o amor, é aquele menino travesso de asas e arco e flecha na mão, o cupido representa tudo o que entendemos do amor passional, aquele que não sabemos porque mas sentimos, em uma intensidade atordoante, é inflexível, é irremediável, é rebelde e brincalhão, nos faz tudo e nada em questão de segundos.
Talvez nunca saibamos o que realmente faz despertar o que sentimos por aquela pessoa que dificilmente está em nossa sintonia, mas podemos aprender a valorizar esta sensação como nossa, pois a menos que o outro aceite, ela é só nossa, é o bendito/maldito amor próprio, é o que nos faz a querer o melhor, nos faz melhorarmos como pessoas, e também nos deixa passar muitas oportunidades por conta do tal “mereço coisa melhor”.
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Gosto de você, porquê você é importante para mim!
quarta-feira, 6 de junho de 2007
O que é bom dura pouco........de verdade
No meio da temporada de Heroes eu me dei conta que podia ver muito mais rápido se baixasse episódios e acompanhasse com 1 dia de atraso dos EUA, descobri o isfree.tv e através dele uma infinidade de novas séres.
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terça-feira, 5 de junho de 2007
In a galaxy far far away....
Não existe ignorância, existe conhecimento
Não existe paixão, existe serenidade.
Não existe morte, existe a Força"
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Liberdade........sem remorsos.....
A liberdade deve ser uma das sensações mais particulares do mundo, mais até do que o amor que só cada um sabe porque sente, a liberdade tem muito mais a ver com que somos de verdade do que com o que mostramos ou o que os outros querem que sejamos. Eu por exemplo, por muito anos eu achei que fazia as coisas pq tinha de faze-las, da maneira que fazia e tal, há menos de dez anos eu me dei conta de que fiz, na maioria dos casos, o que queria, sem me preocupar com mais nada, só pra satisfazer aquele menino que ficava dentro de mim gritando para ser ouvido. Aquele menino agora fala, ta escrevendo este texto agora, e escreveu a maioria das coisas que eu produzi desde que ele assumiu o controle. Muita gente esquece o que foi um dia para se tornar a pessoa responsável que todos (pai, mãe, irmãos, parceiros, amigos, avós e todo o resto do mundo) esperam que se tornem.
Agora olha que engraçado, amadurecimento, ao pé da letra, é o que acontece quando um fruto (verde) melhora ao ponto de se tornar útil para qualquer que seja seu propósito, o fruto não é outro fruto, não é outra planta ou flor, é o mesmo, que com o tempo se melhorou, mas na base continua igual, sem mudanças.
Pra me manter assim, eu sempre penso na frase da musica Girassol “Já que pra ser homem tem que se ter a grandeza de um menino”, outra, existe um filme chamado Mr. Deeds, e acho que tem um dos personagens mais legais e bons do mundo, o Deeds (Longfellow Deeds), mais legal que o Goku (e pra mim isso é alguma coisa). Enfim, a bondade, honestidade, fidelidade, e respeito, assim como o quanto tudo isso influenciará na nossa vida enquanto crescemos é problema só nosso.
Divaguei um pouco, mas foi só pra chegar nisso que vou escrever agora, a liberdade antes de tudo, é podermos dizer e fazer tudo pra nós mesmos, sermos honestos com nossas vontades e ideais, esse tudo, só nós sabemos o quanto significa, e o mais importante da liberdade é tê-la sozinhos, sem depender ou atingir qualquer outro a nossa volta, pq só nós sabemos o que plantamos quanto merecemos na colheita.
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banner definitivo, perfeito. (do Márcio AKA Sooblime, img da Sony Pictures "Silent Hill" etc.... )
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Ainda sobre escrever...

Religiões e crenças a parte, a gente só enche a gente mesmo quando escreve, enche de idéia, enche de aspirações, e de dores, enche a página branca, no meu caso a do Word, e enche o saco dos outros para lerem (eu faço muito isso)
Mas também esvazia bastante, e joga no texto uma porção de coisas que poderiam ser e não são, pelo menos não para a maioriageraldetodoomundo, aquela massa que acha que quando vc está lendo ou escrevendo, é pq está estudando. O que vem na minha cabeça é a idéia mais absurda, mas também mais concreta que eu tenho acerca disso.
Daqui alguns anos, poderemos nos encontrar novamente numa Dark Ages do caralho, pq ou a maioria do povo não vai saber mais ler, ou não entenderá lhufas do que lhes será escrito, a excessão de "morte", "chacina", "atentado", "aumento de impostos" e tudo o mais que é jogado por goela abaixo pelos ditos (des) Informativos televisivos, aliás olha isso:
Eu estava conversando sobre filmes estes dias e o povo metendo a boca no Matrix pq é marmelada, pq é violento e tudo o mais, também pq é "impossível", esquecendo os favoritismos e quem gosta ou não (eu gosto), mudaram de assunto e começaram a falar do JN, daí eu perguntei se eles acreditavam em tudo o que a TV veiculava e se não buscavam qualquer outra fonte de informação complementar...
usei um exemplo:
No final do Carnaval a Band anunciou que os crimes aumentaram algo em torno dos 15% em relação ao ano passado, a Record disse quase 20% e a Globo fechou nos 30%
... recebi um não, tão ensaiado (do tipo: "Pra quê? Cê tá maluco? a TV mostrou, só pode ser verdade..."), que me fez ter dó dos filhos que essas pessoas virão a ter um dia, daí eu falei que eles só viam um mundo que lhes era colocado diante dos olhos, e que se aquilo não era um exemplo de simulação de realidade eu tava maluco....
mandei voltarem no outro dia (igual com vendedor ambulante), num tava mais pra ninguém depois disso......
A cabeça da gente é um negócio tão legal, que quanto mais coisa temos nela, mais coisas cabem.....
Luiz
Ouvindo o final de Toss the Feathers - The Corrs (Acústico)
o crédito do banner é do Márcio (Aka Sooblime), ele vai melhorar ainda, a imagem é do cartaz do filme Silent Hill, que me surpreendeu, como fã dos jogos.
terça-feira, 29 de maio de 2007
Esse negócio de blog....

Eu sempre achei legal essa história de blog, nunca passei muito tempo lendo nenhum, mas sempre achei válida a idéia de se escrever o que se pensa, certo, errado, inadequado, adequado, na norma culta ou na popular.
Acho que escrever usa tudo o que nos faz diferente do resto do mundo, uma pessoa não se conhece bem até escrever algo para ela mesma, ou para os outros.
Acho que a hora é oportuna para começar a escrever um blog, minha cabeça tá coçando e não é piolho, da ultima vez que isso aconteceu eu praticamente queimei um teclado digitando 150 pgs de uma história que até agora (2 anos depois) não terminei, embora já tenha um fim, e embora já tenha escrito outras várias páginas de outras histórias, e terminado alguma delas.
é isso..
ah!
"Coisologia" pareceu bem legal qdo eu pensei
afinal
num dá pra por, cinema, música, game, anime, literatuta amadora, litaratura mundial, idéias malucas e piadas no nome do blog..
fazer o quê..
Luiz
ouvindo Life is Like a Boat - Rie Fu (Bleach 1st Ending Theme)




