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segunda-feira, 27 de agosto de 2007

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Everybody Changes......... (papo de mulherzinha)





No primeiro Harry Potter (Filme e Livro) aprece uma menininha ruiva, muito que bem escondida atrás de sua mãe qdo o Harry vai para King’s Cross pegar o Expresso Hogwarts. No segundo, quando Harry vai para A Toca (onde os Weasleys moram) Ginny (Bonnie Wright) já é uma personagem da trama, e pra quem viu o filme e/ou leu o livro ganha sua importância. Como a Mione era do Ron (e já naquela época eu sabia) A Ginny pareceu o par mais certo para o Potter. Ela cresceu, cresceu, perdeu sardinhas, cresceu.
A Cho Chang (Katie Leung) até que tentou, deu um beijinho no Harry, deixou a Ginny puta, mas passou, a Ginny saiu com uns meninos da Grifinória e o Harry nada, muito menos o Ron e a Mione.
A tensão entre o Ron e a Mione continuou, e nada, mas no sexto livro o Potter marcou um ponto, ou melhor, o Ponto. Muita gente não tinha entendido o porque do Potter se apaixonar pela Ginny, afinal, todos se lembravam da Ginny do jeito que ela está na foto da esquerda. Coincidência ou não, ela aparece no quinto filme como a menina mais bonita de Hogwarts, ou uma das três, já que a Mione e a Luna (Evanna Lynch) tb tem seu charme, a Cho sumiu... e eu adoro orientais.
O lance visual ajudou a muitos, eu acho, a entenderem o interesse do Potter, é só ver a foto da direita.
Semana passada eu li o ultimo livro, e tudo deu certo, teve gente que morreu e tudo mais, mas a Rowling soube escrever um final, daqueles que fazem a gente se lembrar de contos de fada, com liçõezinhas de moral e tudo o mais, enfim, um felizes para sempre, que mesmo batido ainda é esperado e agrada a muitos.


Eu escrevi tudo isso, pra comentar uma coisa que aconteceu (claro que pra falar que eu li o ultimo livro tb) Um amigo meu comentou que quando era criança todo mundo zuava de uma menina do bairro pq ela era feia e tudo o mais, acontece que a menina cresceu, e os moleques também. E nenhum deles te a mínima chance com ela porque para eles ela virou um mulherão, mas para ela, eles ainda são aqueles moleques......


Antes que eu me esqueça, a Emma Watson também ficou linda.....
antes q eu me esqueça(2) .... até eu me apaixonei pela Ginny.....

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

A Knight's Tale




My dearest Jocelyn,

It is strange to think I haven't seen you since a month.
I have seen the new moon, but not you.
I have sunsets and sunrises, but nothing of your beautiful face.
The pieces of my broken heart are so small they
can be passed through the eye of a needle.
I miss you like the sun misses the flower;
like the sun misses the flower in the depths of winter.
Instead of beauty to direct its light to,
the heart hardens like the frozen world your absence has banished me to.
I next compete in the city of Paris.
I will find it empty and in the winter if you are not there.
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Hope guides me. It is what gets me through the day, and especially the night.
The hope that after you are gone from my sight it will not be the last time I look upon you.
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With all the love that I possess.
I remain yours.
The Knight of your heart.
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"He's blond, he's pissed, he'll see you in the lists, Lichtenstein!
He's blond, he's tanned, he comes from Gelderland,
he comes from Gelderland! Gelderland,
Gelderland, Gelderland... Gelderland, Gelderland, Gelderland"
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assisti na Universal, sábado eu acho........
mesmo depois de muito tempo é uma das melhores coisas q eu já assisiti na minha vida!
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dava pra por todas as quotes do filme....... heheheh
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bom pra caralho......

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Pra ganhar alguns" Pêlos no Coração"

Voltei com tudo. ou melhor, com muita coisa.
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Já tem dois dias que além do PAN, não se fala mais nada na televisão que o maldito acidente da TAM, ignorando que tudo o que sobe invariavelmente desce de alguma maneira, e que essa história de aviação brasileira tá me enchendo o saco, não posso deixar de escrever que não aguento mais gente se consolidando com os trocentos mortos do acidente, não deixo de ter pena dos familiares e tudo mais, mas a reação do povo é incabida (neologismo?).
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O Ser humano tem uma necessidade (imposta ou não) de ser solidário, mas só se solidariza com a morte desgraçada, e famosa, a do Ator, Cantor, Atleta, a morte no desastre, ignora que a sua volta, ao alcance de suas pequenas e mesquinhas mãos fechadas, existe gente morrendo de causas menos estrondosas, e talvez por isso indignas de atenção, têm se amor pela notícia, pelo título "O MAIOR ACIDENTE AÉREO" alguém manda um troféu para o Rolim. O povo tem amor pela chacina, pela carnificina, desde o repórter que pergunta segundo após segundo ao pai da moça que pulou do prédio em chamas, até a Igreja Universal do Reino de Deus que estava fazendo um trabalho muito legal de apoio aos familiares, até um digníssimo pastor dizer que "Isto é um pequeno exemplo da solidadriedade praticada em nosa igreja" faltou passar telefone e endereço, não disse com essas palavras pois pastores são em sua maioria semi analfabetos que fizeram Teologia nos cursos de suas próprias igrejas, mas isso dá outro tópico.
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No MSN tudo o que se vê são faixinhas pretas, o Orkut se solidariza, pessoas que nem sabem nada de quem morreu se solidariza, Vão caçar coquinho.
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O Luto é daqueles que perderam, a desgraça é daqueles que perderam, a choro é por aqueles que foram perdidos, essa história parece aquela piada do bêbado no velório......
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Ter pena é uma coisa, explorar a dor alheia para marketear auto-imagem física e jurídca, é outra,
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os empresários chamam isso de Empresa Solidária.
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Luiz
sem música
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não criei nenhum pêlo no coração, mas pra quem achou interessante....
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quarta-feira, 4 de julho de 2007

This old thing............

Eu sempre ouvi pessoas mais velhas que eu (mas nem sempre mais sábias) dizendo que tudo tem seu tempo, tudo tem sua hora, mas achava que era coisa de consolo, tipo “Não desanima, se ainda não deu certo é porque não chegou a hora” e ficava pensando que hora seria essa.
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Criança tem muito disso, as crianças filosofam naturalmente, é aquela história do “amanhã”. Fala pra uma criança que “Amanhã vou te levar tomar sorvete” e ela te pergunta o dia inteiro, ”já é amanhã?” e depois de vários “não” a criança te solta um “O amanhã nunca chega” e se pensar bem, nem a morte é tão certa quanto isso.
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Mas tem algumas coisas que acontecem tão naturalmente, tão sem compromisso que dá até pra deixar o tempo passar e esquecer dele, se apaixonar é uma delas; acho que se apaixonar consome um tempo real que jamais saberemos mensurar, não por não sabermos exatamente o tempo que passou, mas por não contarmos este período como contamos os dias. E paixão é um negócio bem legal, mesmo que complicado, pq só acontece realmente com contato, com o toque, sentindo a pele do(a) desejado(a), tem muito a ver com a tal da química, coisa que acho muito “animal” para enquadrarmos em nossos complicados sistemas de relacionamentos, interesse, conquista e manutenção, mas que tem seu fundo de realidade.
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Estar apaixonado é precisar de algo específico que só alguém específico tem, é como comer sashimi no Japão, tomar champagne na França, ouvir a Tarantela na Itália ou ver o Mikey na Disney, não sei a sensação de nenhum deste exemplos, mas deve ter ficado explicado. É como se numa eternidade só um segundo pudesse ser lembrado, e como se neste segundo toda a eternidade se passasse (é meio Camões isso).
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É diferente mas é parte de amar, já que amor só existe de um tipo, a diferença está na disposição, na aplicação, na evolução e na concretização, no amor fraterno e no amor sexual, no amor por respeito e no amor de necessidade. A paixão serve pra nos falar que aquela pessoa que era nossa amiga, conhecida, desconhecida, e que atraiu nosso olhar, pode ter tudo o que mais ninguém que a gente gosta (do jeito padrão por assim dizer) vai ter da gente, fisicamente, desde o beijo até o orgasmo, e se cada beijo for um convite para um algo mais, então.....
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Nossa...!!
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A famosa “hora” deve ter chegado.

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Luiz

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img = Heartagram = H.I.M.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Again......

como diria meu amiguinho Baby

dinovo

http://avizinhanca.blogspot.com/2007/06/parmetros-de-feio.html

esta é justificada, eu escrevi um puta texto legal hj, mas esqueci de enviar no meu email particular, então amanhã eu posto, eu ando inspirado no tema paixão, culpa da Samadi, então era isso.

Luiz

quarta-feira, 27 de junho de 2007

F.I.N.E.


Eu já ouvi (ou eu mesmo escrevi) que estar bem é mais um opção interna que uma situação de origem externa.
tem muito mais a ver com algo resolvido do que com o recebido... e te dá o efeito calmante de 1ton de Diazepan (não tem composto químico que aplaque a inquietação psíquica), então, ontem eu escrevi numa msg de celular que a certeza vem no raiar do dia (something like that), e eu recebi hje um "Tenho Certeza" que me deu a carga de 1ton do famoso calmante.
então eu vou parar com esta pagação de pau (saudável e construtiva)
e vou pagar pau para um cara que sabia o que escrevia, o meu camarada Mário
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"Olho em redor do bar em que escrevo estas linhas.
Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha,
nem desconfia que se acha conosco desde o início das eras.
Pensa que está somente afogando problemas dele, João Silva...
Ele está é bebendo a milenar inquietação do mundo!"
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Cansei de beber da caninha do João Silva,
vou provar algo mais doce daqui pra frente (I tell God thankya!)
algo que causa uma inquietação diferente
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espero.....
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Luiz
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musica nenhuma,
é só de um sorriso que faz aparecer sol em dia de chuva que eu tô precisando
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essa img do Eddie Murphy é a mais "fine" q eu conheço..

domingo, 24 de junho de 2007

Regra......

Era uma menina comum, sentada, no parapeito da ponte, o rio bem abaixo apenas lhe mostrava um reflexo borrado de sua imagem, atrapalhado, como estavam seus pensamentos naquela tarde, a água, agitada pela passagem entre os pilares, ondulavam sua imagem, um navio apitou ao longe, perto do porto, pelas bandas da doca três.

Em algum lugar ali perto ouviu musica clássica, achava que era Mozart, pelo menos parecia o que a Avó ouvia na vitrola, não gostava daquela música, seu reflexo, que se tornava cada vez menos nítido - dada a luz natural que acabava, como geralmente ela faz ao fim do dia - lhe dizia que era hora de ir embora, mas embora para onde?. Para que lugar uma menina, moça, não, mulher, afinal, para que lugar uma mulher, pois era assim que sua mãe havia lhe chamado naquela manhã, para que lugar iria? E porque não mais para sua casa, por que ela não podia colocar mais os pés em casa, por um sangramento? Por uma malcriação? Pela loucura da mãe que chegara a um ponto de um simples machucado, afinal era isso que devia ser não? Um machucado, uma ferida, vivia ralando as pernas na mangueira brincando com seus irmão mais novos, ou esfolando o joelho na cerca de madeira velha do quintal do fundo. Tinha a casa da avó, sempre tinha a casa da avó, quando era malcriada, quando queria ir para a escola, quando dizia que seria professora, cantora, atriz, veterinária, médica, advogada, engenheira, caçadora, arquiteta, desenhista.
A mãe nunca entendia, dizia que menina tem que ficar em casa, arrumar a casa e saber ler só receita, e que homem era desfrute. A menina pensava no que poderia querer com um homem, todos fedidos, sem educação e bêbados, nenhum digno de um “bom dia” ou “boa tarde” ou “boa noite”, mas a mãe sabia de algo que ela não sabia, achava, afinal ficava horas trancada no quarto com o seu João da padaria, o Manoel da quitanda, o Tobias da sapataria, o alfaiate seu José e até o Geraldo, que nem profissão tinha e era o mais fedido de todos, não entendia o que tanto conversavam.

O sol se deitava no horizonte e o reflexo no rio desaparecera, ela começou a ouvir as risadas altas dos fedorentos do cais, era bom andar. Desceu do parapeito e seguiu pela rua abaixo, em direção a casa da avó. Algumas mulheres com roupas curtas e maquiagem no rosto estavam lá, uma em cada esquina, o que faziam? De certo esperavam o bonde, ou seus maridos saírem do serviço, se bem que com aquelas roupas, que marido teriam? Que homem deixaria sua mulher sair daquele jeito, e circular por um lugar onde só existiam outros porcos, realmente não entendia,mas quem um dia vai entender?
Mozart foi substituído por Beethoven, esse ela tinha certeza, e gostava, ia para a casa da Avó mesmo, pelo menos lá sempre seria ouvida, e sempre seria uma criança.

texto meio nada a ver, mas como disse o King "Eu não sou a água, só o cano que a conduz"


Luiz


The Real Folk Blues - Cowboy Bebop





a imagem é da Divina Comédia do meu camarada Dante (aliás se tiver um filho um dia tá aí um nome danado de legal pra por nele) o autor da obra é Gustave Doré que fez essa maravilha em Litografia, ele também ilustrou uma edição do "Corvo" do Poe, muito boa por sinal, além de ter ilustrado uma edição da Bíblia e tudo o mais, o link fala mais.....





quinta-feira, 21 de junho de 2007

Intertextu(blog)alidade???????????

o post de hoje está no "A Vizinhança" do Minoru Ni chan
mas é o post de 20-06-07


to go to the page please clck on the link below

http://avizinhanca.blogspot.com/2007/06/torre-revisitada.html

Luiz
Yui é Foda - Tomorrow's Way

quarta-feira, 20 de junho de 2007

post




Só pra Samadi não falar q eu não postei nada........ 8P




Pyramid Head (pq eu odeio........... SH)




Luiz

quinta-feira, 14 de junho de 2007

“A única coisa necessária para o mal triunfar, é um homem de bem não fazer nada




Este pode ser o 1º capitulo de alguma coisa......... quem sabe.....
é longo, então, ctrl+c e ctrl+v no Word if u want


As palavras do padre Josué ecoavam pela cabeça de João naquele corredor imundo onde travava sua luta pela sobrevivência. Mas pra quê? Se perguntava, estava perto do tocar das trombetas, não podia fazer muito pela sua alma, apenas o trabalho sujo que os padres não faziam mais, apenas limpar a rua das aberrações que apareciam por estes dias, seu rifle estava descarregado mas não havia tempo, colocou-o nas costas e sacou as duas automáticas a tempo de acertar dois lobisomens na cabeça, balas de prata, benditas balas de prata, antes de tocarem o chão as bestas já eram humanas novamente, era isso que o abalava.
“Tudo começou num dia comum de setembro”, dizia uma voz de mulher no jogo de vídeo game que seu filho adorava. Na vida real tudo havia começado em julho, mas as aberrações não eram muito diferentes das que Henrique matava em seu playstation, os mortos tomaram a terra, não só eles, mas toda a corja do inferno, muita gente indo pra lá, ocasionou um lotação não prevista, na verdade a bíblia já dizia algo parecido, mas ninguém nunca levou o santo livro a sério. Os mortos surgiram numa noite e se espalharam como praga, todos que morriam automaticamente voltavam, não havia nenhuma contaminação viral, nem nada necromântico, apenas o inferno chegara na sua cota, e ninguém no céu parecia interessado em resolver o assunto.

Nos longos três meses de batalha, desde que era um simples dono de loja até se tornar um exterminador profissional, ou isso ou morrer, João conhecera todos os seus medos infantis cara a cara, matara vampiros (cortem a cabeça), lobisomens (bala de prata na cabeça), mortos vivos, ou zumbis eternizados por George Romero, (bala na cabeça, ou separe a cabeça do corpo), sua mente funcionava como um grande manual de faça você mesmo, matara mulheres, entre elas a sua, e crianças, seu filho também, isto com certeza abalara profundamente João, mas estava vivo ainda, e aquelas coisas só se pareciam com sua esposa e filho.
Nada mais se mexia no beco onde ele estava caído no chão, João se levantou, retirou sua espada da parede onde fincara com força, pegou o machado caído e o guardou, uma mistura de guerreiro medieval/samurai/pistoleiro, sua roupa era de couro grosso, umas três camadas, o suficiente para resistir a uma bala, mas não a uma mordida de lobisomem, os bichos eram fortes, vira Roberto ser feito em pedaços por cinco deles, sua “armadura” não oferecera nenhuma resistência as presas das feras. Sabia que tinha muito trabalho a fazer e só podia contar com suas armas, a última vez que ouvira comunicação no rádio fora de manhãzinha, nenhum contato depois disso, Paulo, Joana, Rebecca, Gustavo e o garoto Michael, nenhum deles havia se comunicado por todo este tempo, provavelmente teria de dar fim neles quando os encontrasse.
Saiu pra a rua e se deteve por um instante, ouviu um barulho de passos apressados, sacou novamente as pistolas, conferiu a munição e esperou na sombra do prédio que divisava o beco, ainda era início de tarde, mas as nuvens de fumaça dos vários incêndios na cidade tornaram o dia quase noite, na usina termoelétrica poucas almas vivas, confinadas, tentavam manter a energia ativa, não por escolha é claro, mas por sua própria necessidade, um dos postes se acendeu, lançando um pequeno halo de luz, dentro dele uma menina, ofegante, a criança o viu, mesmo olhando apenas em sua direção ele sentiu dois olhos opacos caírem sobre sua alma, a criança foi se aproximando sem correr muito, com medo, João cheirou o medo nela, era apenas uma criança mesmo. Quando chegou mais perto da menina, ela se jogou em seus braços, seus olhos eram leitosos, mas de alguma maneira ele sentia que ela o olhava.

- Por favor – disse a menina – não me deixe sozinha, já é difícil demais correr por ai em meu estado, mesmo não vendo essas coisas horríveis eu as sinto, como se estivessem em mim.
- Você fala bem demais para ser apenas um menininha, você tem quantos anos, oito, sete?
- Tenho 16, meu corpo não se desenvolve, ao contrario de minha mente, passei os últimos cinco anos da minha vida no hospital da base, na ala psiquiátrica, sabia que isso iria acontecer, sonhei muitas vezes, mas ninguém acreditou.
- Você estava correndo do quê?
- De tudo, não encontrei nada vivo desde que saí de lá, mas eu vejo almas, elas não podem fazer nada, mas assustam mesmo assim.
- Almas?
- Isso, os monstros que vocês e seus amigos matam, são pessoas, suas almas ficam presas aqui, o céu está fechado, o inferno também, acho que a terra virou o purgatório, mas também acho que sempre foi algo parecido com isso.
- Você parece saber de muita coisa, qual o seu nome menina?
- Estela, sei disso tudo desde que nasci, sou o que muita gente chama de superdotada, na verdade acho mais uma maldição do que qualquer coisa, mas pelo menos serve para algo, sei que você é um homem bom, e que vai fazer tudo pra me proteger.
- Nisso você tem razão, mas vamos seguir adiante, a igreja fica a menos de cinco quilômetros daqui, e se não for pedir muito, se você puder, pode me avisar quando sentir perigo.
- Pode deixar, você pode me carregar nas costas, eu corri por mais de dez quilômetros, minhas pernas estão acabadas.
- Acho que vai ser difícil, você vê as armas nas minhas costas, posso precisar delas, na verdade a menos de meia hora eu usei todas quase de uma vez só, se te carregar talvez fique muito lento para nos proteger.
- Tudo bem, você tem um pouco de água para me dar?
- Tenho sim, quer comer alguma coisa?
- Se você tiver, não vejo comida desde antes de ontem, me trancaram na ala, e me deixaram sem nada.
- Tome – João estendeu uma moringa e um pedaço de pão para Estela – eu não estou com fome, e daqui a pouco chegaremos na igreja, lá tem suprimento para meses.
- Obrigada João – Estela o olhou com cara de quem acabara de cometer um arte – me desculpe, eu não devia ler a mente das pessoas assim.
- Não tem problema, só não vá muito fundo, tem coisas aqui – disse colocando o dedo indicador na testa – que seria melhor nem eu me lembrar.
Seguiram pela rua cheia de lixo e carros vazios, um cenário de guerra, mas inteiro como nenhum que foi vitima de bombardeios ficaria, corpos mutilados, decapitados, cachorros sem pele, grandes aves sem pena, e uma névoa que começava a tomar conta de tudo, percebia vários vultos mas não sabia ao certo o que eram, Estela caminhava com dificuldade mas não dava nenhum sinal de perigo, sem aviso estacou, João percebeu que toda a sua pele se arrepiava.
- Eles estão vindo – disse Estela, seus olhos estavam brancos como leite – muitos deles, ainda estão longe mas nos alcançarão se não corrermos.
- A igreja está perto, quatro quarteirões – sem pensar no que fazia João passou os braços pela cintura da menina e a colocou nas costas – segure-se, vai ser um pouco acidentado o trajeto.
João correu, como nunca correra, Estela lhe dava coordenadas do avanço inimigo, no espaço em que correu um quarteirão, segundo ela, eles haviam avançado dois, no quarteirão da igreja ouviram os gritos, pareciam gafanhotos mais algum bando de gralhas, o som tomou conta de tudo, não podiam nem ouvir seus próprios pensamentos.
- Entre no terreno da igreja, rápido – disse Estela – eles não podem entrar lá.

Sem discutir João se esforçou o máximo que pode, sentiu o tumulto atrás de si, menos de cinqüenta metros, correu o ultimo meio de quarteirão e saltou pelo portão aberto, do alto da torre do sino disparos começaram a abater os monstros, era Marilia, no ponto de vigia.
João se virou e viu que os inferno realmente chegara á terra, criaturas vermelhas, negaras e verde-bile, cada uma com um deformidade diferente da outra, chifres, rabos pontiagudos, asas de morcego, bocarras cheias de presas venenosas babando, olhos e cascos fendidos.....
- Demônios – disse Estela – de verdade, não me assustaria se visse o velho anjo caído, andando por aí, e acho que veremos, se sobrevivermos.
- Por isso não podem entrar aqui, finalmente este solo serve para alguma coisa.
- Mas isso só vale enquanto existir um homem de Deus dentro deste terreno, é a fé dele que mantém o local salvo.
- Má notícia, o padre está nas últimas, pelo menos estava quando saí de manhã – se levantou e colocou a menina em pé, a sua frente – eles têm como saber se o local não é mais seguro.
- Não sei João, infelizmente.
Marilia, uma ex-doméstica, acertava um a um os demônios, o rifle que usava possui um mira telescópica, e seus óculos de visão de calor a ajudavam muito com toda aquela névoa, alguns demônios se aproximaram dos portões escancarados, para sorte dos que estavam para dentro um deles resolveu entrar no solo sagrado e foi reduzido a cinzas quando pôs o casco fendido na grama, os outros recuaram, o exemplo fora bastante esclarecedor, nenhum dos demônios ousaria entrar ali. Foi quando um dos com asss resolveu investir por cima da grade, ao adentrar o território, pareceu ter recebido um peso extra nas costas, mas continuou, deu um rasante e agarrou Estela, antes de João poder sacar seus revolveres o demônio largou a menina com um grito de dor, saí fumaça de suas mãos, a menina parecia ter seu próprio escudo abençoado.
- Não entendi, não entendi nada mesmo – Estela olhava para o céus e acompanhava o vôo irregular da besta ferida, seus olhos o acompanharam até ele se juntar a turba de seus semelhantes.
- Você é uma criança – disse uma voz atrás deles – uma criança abençoada, nunca eles conseguiriam encostar os dedos imundos em você Estela, filha de Alda, finalmente seu dia chegou.
Era Josué, Padre Josué, ele odiava ser chamado de padre, estava em pé, após longos dias na cama, em pé no vão aberto das maciças portas de carvalho da igreja, portas que tinham cerca de duzentos anos.
- Entrem rápido, só de olhar para estas bestas eu já sinto o veneno novamente no meu corpo.
João pegou Estela e entraram na igreja, a pesada porta bateu atrás deles, num segundo João se deu conta de todos os seus companheiros na igreja, algo que nem ele sabia explicar, mas se tornara comum nos últimos meses, uma quase onisciência de ambiente. Eles vieram e o cumprimentaram.
- Achamos que estava morto João – disse o garoto Michael – pensamos que você já era.
Do alto da torre do sino, mais disparos e um grito de alegria.
- Comam chumbo seus demônios de merda – seguida por uma risada – perdão Deus, mas nunca foi tão divertido estar do lado certo.
- Acho que a Marília está se divertindo – comentou Rebecca – para quem não conseguia segurar uma pistola ela está manejando bem o rifle.
- Todos nós tivemos de mudar, abandonar nossa natureza pacífica e virarmos guerreiros do fim do mundo – Gustavo se sentou em um dos bancos da igreja, parecia muito cansado.
- Essa é a nossa natureza – disse Estela – a sobrevivência é nossa natureza, virar guerreiro foi fácil, difícil vai ser voltar ao normal, se tivermos oportunidade pra isso.
- De certo modo eu concordo com a garotinha – Joana estava afastada do grupo, mas se aproximava por trás da menina, passou a mão pelos cabelos de Estela e completou – acho que nunca mais vou conseguir fazer nada normalmente, não depois de ver do que somos capazes.
A luz mortiça que atravessava os vitrais da igreja dava a todos aparência de estátuas, e exceto pelo movimento das bocas e o som da conversa todos eles passariam por ídolos perdidos no meio da igreja, santos ou anjos de mármore desarrumados no corredor.
- Acontece, que provavelmente isso acaba hoje – a voz do padre não era de pesar, mas sim de alívio – estou certo Estela?
- Creio que sim, senti várias presenças de luz nas almas que vi no caminho para cá, muita luz, e muita treva também.
- Acho que os bispos foram postos em movimento – o padre se ajoelhou de frente para a menina – quem está mais próximo?
- Baal Ial, ou Belial, o próprio pai dos demônios, creio que o próximo será Samael.
- Deus pai misericordioso - disse Paulo – eles não brincam em serviço, e por nós quem já está aqui, você sabe Estela?
- Ninguém está aqui por nós – disse a menina - só nós mesmos.

Luiz Carlos Degrande Junior04/03/2006



Luiz

Asian Kung Fu Generation - Kimi no Machi Made
a imagem é de HL2 - Chapter 6 - We Don't Go To Ravenholm

terça-feira, 12 de junho de 2007

12-06-07




Seis dias sem postar é foda, o fica para amanhã cirou rotina, mas como o dia é 12 de 06 de 07, vamos falar do amor......
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Todo amor pertence a alguém, mesmo que ao seu próprio dono, e este com certeza é o mais forte e o mais devastador de todos, o amor só se torna público quando não é correspondido, aí ele vira propriedade do mundo. Todos os versos, músicas, romances, roteiros de filme, peças de teatro, poesias, são as palavras de amor que alguém não aceitou, são os sentimentos de quem foi rejeitado e não teve outra escolha a não ser transforma-los em algo, deixa-los gravados, não como uma lembrete triste do que não foi, mas um aviso a quem ignorou, do que poderia ter sido.


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Há muitos anos personificamos o amor, é aquele menino travesso de asas e arco e flecha na mão, o cupido representa tudo o que entendemos do amor passional, aquele que não sabemos porque mas sentimos, em uma intensidade atordoante, é inflexível, é irremediável, é rebelde e brincalhão, nos faz tudo e nada em questão de segundos.


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Talvez nunca saibamos o que realmente faz despertar o que sentimos por aquela pessoa que dificilmente está em nossa sintonia, mas podemos aprender a valorizar esta sensação como nossa, pois a menos que o outro aceite, ela é só nossa, é o bendito/maldito amor próprio, é o que nos faz a querer o melhor, nos faz melhorarmos como pessoas, e também nos deixa passar muitas oportunidades por conta do tal “mereço coisa melhor”.


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O Camões escreveu a antítese do amor, e nós, humanos como ele, sentimos todos os dias esta ambigüidade, este querer mais que bem querer, esta ferida que dói e não se sente, este contentamento descontente. Por isso, hoje, no famoso “Dia dos Namorados”, onde o comércio lucra milhões, e os presentes se tornam mais um dos vários motivos de brigas entre os que se “amam”, gostaria de deixar uma frase para os meus amigos, colegas de trabalho, e até para quem gosto daquele jeito que passou da amizade, pois não sou de ferro, ela é pequena e simples mas de um significado que muitos não entendem mais."
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Gosto de você, porquê você é importante para mim!


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Luiz - no use for a soundtrack today.....


quarta-feira, 6 de junho de 2007

O que é bom dura pouco........de verdade



No meio da temporada de Heroes eu me dei conta que podia ver muito mais rápido se baixasse episódios e acompanhasse com 1 dia de atraso dos EUA, descobri o isfree.tv e através dele uma infinidade de novas séres.
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Entre velharias, porcarias e outras coisas eu encontrei a série Studio 60 on the Sunset Strip, a série pós-friends do Matthew Perry. è inevitável dizer o pós.
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A excessão do já citado Heroes, só uma série havia me despertado tanta simpatia, Anos Incríveis era o que de mais bonito os Estadunidenses haviam produzido, em termos de sensibilidade e tudo mais.
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Felizmente, mas ao mesmo tempo infelizmente Studio 60 é muito bom, bom demais, absurdamente legal, sensível, engraçado, conciso, e o Matthew Perry é bom, fim de papo. O problema é que o que é bom, de verdade, dificilmente agrada o publico. Ironicamente a critica ama Studio 60, o público de certo esperava piadinhas inteligentes a la Chandler Bing, e esqueceu de prestar atenção em tudo o que acontecia a volta do "Chandler", a série só tem e terá uma temporada, rumores que a Warner passará ela aqui no segundo semestre, e a chateação de querer ver mais e saber impossível.
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O que não me conformo é E.R. estar na quatrocentésima (14ª) temporada, ter virado um pastelão de drama e desgraça, digno de virar E.H (Emergency Home já que no hospital mesmo não acontece mais nada) e estarem cogitando uma 15ª, enquanto o publico num dá chance para séries novas aparecerem e crescerem.
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Fazer o quê, né?
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quem pode baixar baixe, vale cada bit...
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Luiz.
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Bittersweet Simphony - The Verve

terça-feira, 5 de junho de 2007

In a galaxy far far away....


o assunto é batido, mas fazer o quê, num tenho culpa. Qdo eu era criança lá em Tupã, ou melhor, quando era mais novo, eu brincava com gente mais velha que eu, coisa de cinco anos, parece pouco, mas todo mundo se lembra qdo tinha seus 7 anos e os marmanjos da 4º série eras as coisas mais temíveis do mundo, então, eu tinha 7, o povo tinha na maioria 10 ou 12, e a molecada falava de um tal de Star Wars (num era ssim que falavam mas num consigo transcrever), o Chewbacca falando seria melhor, acreditem....
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Então, nem dava muita bola, nunca tinha visto e não interessava, queria mais é saber se a guerra contra os Zentraedi acabaria e tudo o mais. um belo dia eu vi o que se tornou meu objeto de desejo, nas mãos de um carinha meio bobão com cara de caipira, o sabre do Luke foi a primeira coisa impossível que eu já quis (o da foto é do Anakin - Force FX da Master Réplicas, não achei nenhuma foto decente do verdinho do Luke.....) Os Lightsabers são o primeiro amor de qualquer um desavisado em Star Wars, depois a gente descobre os Jedi, depois veio a Léia de biquni dourado, a Padmé, a Aayla Secura, a Shak Ti, e tudo mais, mas as "espadas de laser", numa época em que laser era coisa do futuro, eram o maior atrativo dos defensores da galáxia. E continuam sendo.
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Muita coisa mudou desde lá, apareceram os novos episódios (que eram os "antigos"), novos sabres, hilts, cores (cada vez mais bonitas) novos estilos de combate, novas formas de usar a força, e esta semana a maior história já contada nas telas de cinema completou 30 anos, e apesar do fiasco que todos os ditos "críticos" tentaram e tentam impor (sobre os filmes, desenhos, quadrinhos, games) a série vai muito bem das pernas, culpa do George (o Lucas) que tirou da sua cabeça um universo tão cheio de probabilidades, que mesmo daqui cem anos, não poderemos ter certeza de que sabemos tudo sobre a Galáxia de Star Wars.
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entrem no Youtube, divirtam-se escrevendo "Force FX" e vejam meu sonho impossível transformado (quase) em realidade.
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" Não existe emoção, existe paz.
Não existe ignorância, existe conhecimento
Não existe paixão, existe serenidade.
Não existe morte, existe a Força"
may the force be with you all
links legais a respeito disso tudo:
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Luiz
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Tá tocando Bizarre Love Triangle do New Order, mas vou escutar Duel of Fates agora
toda vez q eu ouço isso eu lembro do final da 1º sessão do Epi 1 no Cine Cacique
e como diria meu irmão "o bagui é foda"
ah..... tem pouco link no texto, pq tem coisa que é infame ter que explicar.....

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Liberdade........sem remorsos.....


A liberdade deve ser uma das sensações mais particulares do mundo, mais até do que o amor que só cada um sabe porque sente, a liberdade tem muito mais a ver com que somos de verdade do que com o que mostramos ou o que os outros querem que sejamos. Eu por exemplo, por muito anos eu achei que fazia as coisas pq tinha de faze-las, da maneira que fazia e tal, há menos de dez anos eu me dei conta de que fiz, na maioria dos casos, o que queria, sem me preocupar com mais nada, só pra satisfazer aquele menino que ficava dentro de mim gritando para ser ouvido. Aquele menino agora fala, ta escrevendo este texto agora, e escreveu a maioria das coisas que eu produzi desde que ele assumiu o controle. Muita gente esquece o que foi um dia para se tornar a pessoa responsável que todos (pai, mãe, irmãos, parceiros, amigos, avós e todo o resto do mundo) esperam que se tornem.
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Agora olha que engraçado, amadurecimento, ao pé da letra, é o que acontece quando um fruto (verde) melhora ao ponto de se tornar útil para qualquer que seja seu propósito, o fruto não é outro fruto, não é outra planta ou flor, é o mesmo, que com o tempo se melhorou, mas na base continua igual, sem mudanças.
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Pra me manter assim, eu sempre penso na frase da musica Girassol “Já que pra ser homem tem que se ter a grandeza de um menino”, outra, existe um filme chamado
Mr. Deeds, e acho que tem um dos personagens mais legais e bons do mundo, o Deeds (Longfellow Deeds), mais legal que o Goku (e pra mim isso é alguma coisa). Enfim, a bondade, honestidade, fidelidade, e respeito, assim como o quanto tudo isso influenciará na nossa vida enquanto crescemos é problema só nosso.
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Divaguei um pouco, mas foi só pra chegar nisso que vou escrever agora, a liberdade antes de tudo, é podermos dizer e fazer tudo pra nós mesmos, sermos honestos com nossas vontades e ideais, esse tudo, só nós sabemos o quanto significa, e o mais importante da liberdade é tê-la sozinhos, sem depender ou atingir qualquer outro a nossa volta, pq só nós sabemos o que plantamos quanto merecemos na colheita.
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Luiz
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banner definitivo, perfeito. (do Márcio AKA Sooblime, img da Sony Pictures "Silent Hill" etc.... )
img = versão mangá do Luiz, o pinguim era bonintinho, mas eu me acostumei com o fro, então nem rola mais.
Tô ouvindo Corrs (só pra variar) No Frontiers - Versão do DVD "All the Way Home" - Disc 2 - Live in Geneva / 2004

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Ainda sobre escrever...



O Salman Rushdie (Os Versos Satânicos, que é muito bom por sinal) disse que escrevia para ocupar um lugar dentro dele que antes era destinado a Deus, pq, afinal, este era um espaço para sonhar.

Religiões e crenças a parte, a gente só enche a gente mesmo quando escreve, enche de idéia, enche de aspirações, e de dores, enche a página branca, no meu caso a do Word, e enche o saco dos outros para lerem (eu faço muito isso)
Mas também esvazia bastante, e joga no texto uma porção de coisas que poderiam ser e não são, pelo menos não para a maioriageraldetodoomundo, aquela massa que acha que quando vc está lendo ou escrevendo, é pq está estudando. O que vem na minha cabeça é a idéia mais absurda, mas também mais concreta que eu tenho acerca disso.
Daqui alguns anos, poderemos nos encontrar novamente numa Dark Ages do caralho, pq ou a maioria do povo não vai saber mais ler, ou não entenderá lhufas do que lhes será escrito, a excessão de "morte", "chacina", "atentado", "aumento de impostos" e tudo o mais que é jogado por goela abaixo pelos ditos (des) Informativos televisivos, aliás olha isso:
Eu estava conversando sobre filmes estes dias e o povo metendo a boca no Matrix pq é marmelada, pq é violento e tudo o mais, também pq é "impossível", esquecendo os favoritismos e quem gosta ou não (eu gosto), mudaram de assunto e começaram a falar do JN, daí eu perguntei se eles acreditavam em tudo o que a TV veiculava e se não buscavam qualquer outra fonte de informação complementar...

usei um exemplo:

No final do Carnaval a Band anunciou que os crimes aumentaram algo em torno dos 15% em relação ao ano passado, a Record disse quase 20% e a Globo fechou nos 30%

... recebi um não, tão ensaiado (do tipo: "Pra quê? Cê tá maluco? a TV mostrou, só pode ser verdade..."), que me fez ter dó dos filhos que essas pessoas virão a ter um dia, daí eu falei que eles só viam um mundo que lhes era colocado diante dos olhos, e que se aquilo não era um exemplo de simulação de realidade eu tava maluco....

mandei voltarem no outro dia (igual com vendedor ambulante), num tava mais pra ninguém depois disso......


A cabeça da gente é um negócio tão legal, que quanto mais coisa temos nela, mais coisas cabem.....


Luiz

Ouvindo o final de Toss the Feathers - The Corrs (Acústico)


o crédito do banner é do Márcio (Aka Sooblime), ele vai melhorar ainda, a imagem é do cartaz do filme Silent Hill, que me surpreendeu, como fã dos jogos.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Esse negócio de blog....



Eu sempre achei legal essa história de blog, nunca passei muito tempo lendo nenhum, mas sempre achei válida a idéia de se escrever o que se pensa, certo, errado, inadequado, adequado, na norma culta ou na popular.


Acho que escrever usa tudo o que nos faz diferente do resto do mundo, uma pessoa não se conhece bem até escrever algo para ela mesma, ou para os outros.

Acho que a hora é oportuna para começar a escrever um blog, minha cabeça tá coçando e não é piolho, da ultima vez que isso aconteceu eu praticamente queimei um teclado digitando 150 pgs de uma história que até agora (2 anos depois) não terminei, embora já tenha um fim, e embora já tenha escrito outras várias páginas de outras histórias, e terminado alguma delas.

é isso..

ah!

"Coisologia" pareceu bem legal qdo eu pensei

afinal

num dá pra por, cinema, música, game, anime, literatuta amadora, litaratura mundial, idéias malucas e piadas no nome do blog..

fazer o quê..




Luiz

ouvindo Life is Like a Boat - Rie Fu (Bleach 1st Ending Theme)